11/09/2010

MEMORIA - JORNAL O MUNICÍPIO - 1892

PAGINA EM MONTAGEM

Jornal o Muncípio
São Manuel 7 de fevereiro de 1892

“O MUNICÍPIO
FUNDO ESCOLAR
A lei n. 81 de 6 de abril de1887 e o reg. De 22 de Agosto do mesmo anno, que regulam a instrucção do Estado, embora filhos de transacções dos partidos políticos, tem em si princípios liberaes que bem comprehendidos podem produzir bellos resultados.
Entre as innovações da dita lei esta o fundo escolar, destinando a construcção de casa acquisição de moveis, utensis, outros objectos.”

“CANALISAÇÃO DE ÁGUA
A Intendência Municipal, segundo consta está encanado de modo definitivo a realisação desse problema. O Conselho vai mandar proceder a estudos e resolver o abastecimento d´agua.
A empreza não é pequena, mas com um pouco de dedicação pode-se realisar.
Se os cofres municipais não comportam as despesas, fácil é com garantia de juros, contractar com qualquer companhia, pó meio de concurrencia, a canalisação de água e exgottos para ficar um serviço completo.
Essa garantia pouco pesará aos cofres municipaes e o serviço é de natureza tal que, estamos certos, o digno Presidente do Estado não negará o concurso dos cofres do Estado.”

“INCINERAÇÃO DO LIXO
A falta de hygiene que existe entre nós, devido mesmo aos nossos hábitos ainda um pouco rudes, deve chamar a attenção dos poderes públicos. O despejo do lixo das casas é feito em toda a parte e até nas margens do Ribeirão do Paraíso. Há necessidade de ser regularisado o serviço, afim de que chame a atenção do Conselho Municipal.”

“INTERRUPÇÃO
Durante a semana finda, devido as chuvas ficou interrompido completamente o trafego da Companhia Sorocabana. Essa Interrupção deu logar a ficarmos privados de noticias da capital e de outros pontos durante alguns dias.”

“RECLAMAÇÃO
De varias estações da companhia Sorocabana temos recebido reclamações contra o facto de recusar-se aquella companhia a receber cargas, já para o interior já para a capital.
Esta ersolução tem trasido graves prejuisos ao commercio.”

“CONGRESSO DO ESTADO
Pelo Presidente do Estado foi dissolvido por decreto o Congresso deste Estado.
A dissolução do Congresso era uma conseqüência lógica da revolução contra o golpe de estado de 3 de novembro. Sem a dissolução a revolução não se completaria.”

“INAUGURAÇÃO
Na machina de beneficiar café do Dr. Leão, foi inaugurada no dia 3 do corrente uma serra vertical a vapor.
A serra está montada com muita perfeição e á inauguração correram muitos convidados”

“CAFÉ

A Companhia Sorocabana não recebe mais café ate que a companhia ingleza de armazéns.
A Companhia ituana leva interminável tempo para conduzir o café a Jundiahy. Esa a lavoura de S. Manuel condenada – á resignação.”


“INTENDENTES
Foram nomeados para completar o numero legal de intendentes, tomaram posse no dia 30 deste mez os cidadãos Trajano Victorino Barbosa e Augusto Vianna”
“GÊNEROS DE CONSUMO
A Intendência municipal resolveo suspender a cobrança dos impostos de gêneros de consumo como toucinho, capados e outros iguaes.
Esta medida foi tomada em attenção a carestia e como protecção as (...) pobres
Muito Bem.”

“INTENDÊNCIA
Sobre o que publicamos relativamente a mudança do cemitério no nº passado temos um artigo em resposta cuja publicação não fazemos por falta de espaço”

“CASAMENTO CIVIL


1º Proclama:
Daniele Galli
Gracia Raimo
2º
Rodrigo Marcondes Leite
D. Gertudes de Mello Cárdia
3º Proclama:
Marcolino Soares da Roza
Maria Alves Braga.



“DECLARAÇÕES
AGRADECIMENTO
Leão da Motta Pinhiero, de passagem por esta Villa, vem por meio desta agradecer ao distincto advogado Dr. João Nogueira Jaguaribe.”
“CORRESPONDENTES

São nossos correspondentes nas localidades infra citadas os seguintes senhores.
Botucatu. Raphael Augusto de Moura Campos.
Tiete. João Feraaz de Oliveira Lima.
Lençoes. Dr. Augusto Elvsio de Castro Fonseca e Candido Palma.
S. Paulo. Dr. Galeno Marins de Almeida.
S. Carlos do Pinhal. Francisco Pereira do Valle.
Tatuhy – Capitão Marcelino Cavalheiro Junior e Dr. Francisco Salles Gomes.
Avaré Dr. Mauricio Mourão.
Faxina. Augusto Piedade.
Itapetininga. Antonio Galvão.
Campinas. Dr. Antonio Alves da Costa Carvalho.
Apparecida – Luiz Vaz de Lima e Antonio Nogueira de Sá.
Contamos com a collaboraçao de nossos correspondentes aos quaes agradecemos os serviçoes que prestarem a nossa nescente empresa.”

“A PRAÇA

Gustavo Barbosa e Sobrinho tendo traspassado o seu negocio de Bilhares e Seccos e Molhados sito a Rua do Comercio e Como esteja em liquidação essa firma,participam a todos os seus amigos e fregueses, pedindo especial neste aos seus credores que enviem as suas contas de seus devedores.”


“A PRAÇA

Francisco de Arruda Campos e Izaltino Vaz de Arruda. Fazem saber ao publico desta e das demais praças que desta data em diante constituíram-se em sociedade commercial para custeio de lavoura e outros quaesquer negócios de commercio que (?) sob a razão social de Arruda Campos e Sobrinho.
S. Manuel 12 de Janeiro de 1892.
Arruda Campos e Sobrinho.


“BALANÇA

Vende-se uma balança americana com rodas e que ainda não foi occupada.
Tem força para 200 k.
Trata-se na padaria Estrella, rua do Cemmercio.

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07/09/2010

EDITORIALBLOG - O PREÇO DA CORRUPÇAO:

Vivemos intensamente o período eleitoral tentando entender porque muitos que ai estão travam uma briga ferrenha para se manter no poder, no entanto estamos a mercê dos interesses de muitos que não conhecemos, mas podemos tentar desvendar o submundo da politica e do serviço público de péssima qualidade embora se pague muito para tê-los.

A pratica da corrupão no Brasil é regada a muita impunidade e prêmio para aqueles que nos roubam. Este blog tem a finalidade de colocar a mão na ferida para que nós possamos ter o mínimo de visão do que acontece ao nosso redor.

Assim caminha a humanidade. O preço da corrupção custa para o Brasil em media R$ 69,1 bilhões por ano. A estimativa é de estudo divulgado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). Ora, pois, de acordo com o relatório Corrupção: Custos Econômicos e Propostas de Combate, o custo com a corrupção representa entre 1,38% a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB). O dinheiro, se investido em educação, por exemplo, poderia ampliar de 34,5 milhões para 51 milhões o número de estudantes matriculados na rede pública do ensino fundamental, além de melhorar as condições de vida do brasileiro. "O custo extremamente elevado da corrupção no Brasil prejudica o aumento da renda per capita, o crescimento e a competitividade do País, compromete a possibilidade de oferecer à população melhores condições econômicas e de bem-estar social e às empresas melhores condições de infraestrutura e um ambiente de negócios mais estável", diz o estudo da Fiesp. O relatório aponta também que, se o desvio de verbas no País fosse menor, a quantidade de leitos para internação nos hospitais públicos poderia subir de 367.397 para 694.409. O dinheiro desviado também poderia atender com moradias mais de 2,9 milhões de famílias e levar saneamento básico a mais de 23,3 milhões de domicílios. Para a área de infraestrutura, o relatório calcula que se não houvesse tanta corrupção, 277 novos aeroportos poderiam ser construídos no País. A precariedade dos terminais é um dos maiores problemas para a realização da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. O estudo também revela, citando informações da organização não-governamental (ONG) Transparência Internacional, que o País conseguiu reduzir a corrupção, mas não foi suficiente para tirá-lo, em 2009, da 75.ª colocação em um ranking de 180 países.
Podemos destacar desta monta algusn exemlos pequenos no que representa a torneira do descaso em que nós vivemos:

O governador Orlando Pessuti (PMDB) ainda não engoliu o desaforo de ser empossado no dia primeiro de abril, folcloricamente conhecido como o "dia da mentira". Durante entrevista, Pessuti foi direto ao criticar seu antecessor, Roberto Requião, e a falta de comprometimento em acabar com a multa cobrada pela União sobre a venda do Banestado.
Quando não estão entre marimbondos de fogo e discussões acaloradas com velhos inimigos e aliados da hora, nossos senadores e deputados consomem uma baita grana, bancada pelos impostos que pagamos. Um senador custa, por ano, aos cofres públicos, mais de R$ 1,5 milhão. Os deputados não ficam atrás: R$ 1,3 milhão, incluindo salários para 25 funcionários (assessores, secretários e aspones diversos), verba para viagens e de representação (como são conhecidos os gastos com telefone, correspondência e, claro, cafezinho). Um cidadão comum precisaria ralar muito para conseguir tanto dinheiro. Ganhando um salário mínimo, teria que trabalhar 269 anos para chegar a R$ 1,5 milhão.

O grande problema é a falta de reforma política, precisamos exigir rapidamente providências, diminuir, o número de parlamentares, diminuir salários dos mesmos, exigir o minimo de qualificaçao, para tanto, estamos vivenciando um momento triste em nossa história, nunca o Brasil foi e pretende ser representado por tanta gente sem falta de ideal que querem somente levar vantagem, prometem o que não existe, falam aquilo que o povo quer ouvir, e ainda mais grave compram o povo atravez do voto, isso é sofrivel, não é de longe a democracia sonhada, somos uma vergonha política, um assombro.
  
O relatório da Fiesp propõe como medidas de combate à corrupção uma reforma política que, entre outras coisas, estabeleça regras e procedimentos transparentes para o controle do financiamento de campanhas eleitorais; uma reforma do judiciário, com medidas que reduzam a percepção da impunidade e que punam mais rapidamente os casos de corrupção; uma reforma administrativa, que reduza as nomeações para cargos de confiança, o poder de barganha no jogo político e a captação de propinas nas estatais; além de reformas fiscal e tributária, que aumentem o controle sobre os gastos públicos e evitem o pagamento de propinas.
Na verdade entendo que aquele que praticou a corrupção deveria ressarcir os cofres públicos sendo responsabilizado tambem seus sucessores, filhos, enteados, netos etc nem que fosse para pagar uma pensão ao governo até zerar o valor. Na verdade cada brasileiro paga somente para acorrupção no Brasil o montante de R$ 406,47 por ano, em uma familia com 4 pessoas ela paga o equivalente a R$ 1625,48 dividido por doze meses a familia paga R$ 135,45 por mês para financiar a corrupçao no Brasil

Ranking dos países mais e menos corruptos do mundo, segundo dados da Transparência Internacional, em 2008. Brasil está em 80º posição.
O índice vai de 10 a zero. Dos menos corruptos para os mais corruptos.
Veja a seguir o ranking da organização.
1. Dinamarca 9.3
1. Suécia 9.3
1. Nova Zelândia 9.3
4. Cingapura 9.2
5. Finlândia 9.0
5. Suíça 9.0
7. Islândia 8.9
7. Holanda 8.9
9. Austrália 8.7
9. Canadá 8.7
11. Luxemburgo 8.3
12. Áustria 8.1
12. Hong Kong 8.1
14. Alemanha 7.9
14. Noruega 7.9
16. Irlanda 7.7
16. Reino Unido 7.7
18. EUA 7.3
18. Japão 7.3
18. Bélgica 7.3
21. Santa Lúcia 7.1
22. Barbados 7.0
23. França 6.9
23. Chile 6.9
23. Uruguai 6.9
26. Eslovênia 6.7
27. Estônia 6.6
28. Espanha 6.5
28. Qatar 6.5
28. São Vicente e Granadinas 6.5
31. Chipre 6.4
32. Portugal 6.1
33. Israel 6.0
33. R. Dominicana 6.0
35. Emirados Árabes Unidos 5.9
36. Botsuana 5.8
36. Porto Rico 5.8
36. Malta 5.8
39. Taiwan 5.7
40. Coréia do Sul 5.6
41. Maurício 5.5
41. Omã 5.5
43. Macau 5.4
43. Bahrein 5.4
45. Butão 5.2
45. R. Tcheca 5.2
47. Malásia 5.1
47. Costa Rica 5.1
47. Hungria 5.1
47. Jordânia 5.1
47. Cabo Verde 5.1
52. Eslováquia 5.0
52. Letônia 5.0
54. África do Sul 4.9
55. Seicheles 4.8
55. Itália 4.8
57. Grécia 4.7
58. Turquia 4.6
58. Lituânia 4.6
58. Polônia 4.6
61. Namíbia 4.5
62. Samoa 4.4
62. Croácia 4.4
62. Tunísia 4.4
65. Kuwait 4.3
65. Cuba 4.3
67. Gana 3.9
67. Geórgia 3.9
67. El Salvador 3.9
70. Romênia 3.8
70. Colômbia 3.8
72. Bulgária 3.6
72. Macedônia 3.6
72. Peru 3.6
72. México 3.6
72. China 3.6
72. Suriname 3.6
72. Trinidade e Tobabo 3.6
72. Suazilândia 3.6
80. Burkina Faso 3.5
80. Brasil 3.5
80. Arábia Saudita 3.5
80. Tailândia 3.5
80. Marrocos 3.5
85. Senegal 3.4
85. Panamá 3.4
85. Sérvia 3.4
85. Montenegro 3.4
85. Madagascar 3.4
85. Albânia 3.4
85. Índia 3.4
92. Argélia 3.2
92. Bósnia Herzegóvina 3.2
92. Sri Lanka 3.2
92. Lesoto 3.2
96. Gabão 3.1
96. Mali 3.1
96. Jamaica 3.1
96. Guatemala 3.1
96. Benin 3.1
96. Kiribati 3.1
102. Tanzânia 3.0
102. Líbano 3.0
102. Ruanda 3.0
102. República Dominicana 3.0
102. Bolívia 3.0
102. Djibuti 3.0
102. Mongólia 3.0
109. Armênia 2.9
109. Belize 2.9
109. Argentina 2.9
109. Vanuatu 2.9
109. Ilhas Salomão 2.9
109. Moldávia 2.9
115. Mauritânia 2.8
115. Maldivas 2.8
115. Nigéria 2.8
115. Malauí 2.8
115. Zâmbia 2.8
115. Egito 2.8
121. Togo 2.7
121. Vietnã 2.7
121. Nigéria 2.7
121. Sao Tomé e Príncipe 2.7
121. Nepal 2.7
126. Indonésia 2.6
126. Honduras 2.6
126. Etiópia 2.6
126. Uganda 2.6
126. Guiana 2.6
126. Líbia 2.6
126. Eritréia 2.6
126. Moçambique 2.6
134. Nicarágua 2.5
134. Paquistão 2.5
134. Comores 2.5
134. Ucrânia 2.5
138. Paraguai 2.4
138. Libéria 2.4
138. Tonga 2.4
141. Iêmen 2.3
141. Camarões 2.3
141. Irã 2.3
141. Filipinas 2.3
145. Cazaquistão 2.2
145. Timor Leste 2.2
147. Síria 2.1
147. Bangladesh 2.1
147. Rússia 2.1
147. Quênia 2.1
151. Laos 2.0
151. Equador 2.0
151. Papua Nova Guiné 2.0
151. Tadjiquistão 2.0
151. República da África Central 2.0
151. Costa do Marfim 2.0
151. Belarus 2.0
158. Azerbaijão 1.9
158. Burundi 1.9
158. Congo 1.9
158. Serra Leoa 1.9
158. Venezuela 1.9
158. Guiné Bissau 1.9
158. Angola 1.9
158. Gâmbia 1.9
166. Uzbequistão 1.8
166. Turcomenistão 1.8
166. Zimbábue 1.8
166. Camboja 1.8
166. Quirguistão 1.8
171. República Democrática do Congo 1.7
171. Guiné Equatorial 1.7
173. Guiné 1.6
173. Chade 1.6
173. Sudão 1.6
176. Afeganistão 1.5
177. Haiti 1.4
178. Iraque 1.3
178. Mianmar 1.3
180. Somália 1.0

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acesse no orku a comunidade Chega de Corrupção.

04/09/2010

MEMORIA - ORQUSTRAS EM SÃO MANUEL

São Manuel tem uma grande tradição na formação de orquestras e bandas, elas participavam de todos os eventos do município e região com propriedade:
Orquestra do Senhor Pedro Catalan no Carnaval de 1941

ORQUESTRAS:

No final da década de 30 São Manuel constava com duas excelentes orquestras, cujas apresentações eram feitas, na maioria das vezes, nos cinemas de então, no acompanhamento dos filmes mudos da época .
Uma delas era constituída por músicos amadores, chegando a tocar no dia da inauguração da Radio Clube de São Manuel, nos idos de 1939. Dentre seus componentes aparecem os nomes de Rosário Calvitti, Luiz Sicheira, Julio de Oliveira, Paschoalhumberto Garófalo, Antonio Catalam, além do pianista Landimam. A outra orquestra pertencia aos irmãos Martorelli.

Francisco Martorelli:

Maestro da Banda Italiana. Sob a batuta do Maestro italiano Francisco Martorelli, que dirigia a banda italiana,e ao som também da Banda brasileira dirigida pelo Maestro Jose Kuiz Palcido o povo aplaudiu enquanto soltava rojões quando os sinos do campana-lo da Igreja Matriz tocou pela primeira vez era então 6 de abril de 1895. A musica foi sempre uma constante na vida do são manuelense e hoje mantemos a tradição com a permanência de nossa Filarmônica Sãomanuelense. Este cidadão tem uma participação importante na vida de São Manuel que ficou marcada alem de dirigir a Banda Italiana fez a doação do relógio da igreja Matriz com 1,30 metros de diâmetro que veio de Nápoles na Itália e seu construtor foi Manuel Ângelo Canônico. Hoje o Relógio da Igreja Matriz foi parcialmente desativado sendo substituído por um carrilhão eletrônico as engrenagens originais do relógio foram doadas ao museu pelo senhor José Sávio que adquiriu não se sabe de quem e estavam em seu estabelecimento de ferro velho.

BANDAS:

Colaborador pelas fotos senhor Arnaldo Catalan

"Além das orchestras que tocam nos cinemas locaes ha, na cidade, a Banda de Musica Municipal, fundada a 5 de Maio de 1926 e que conta presentemente com 15 musicos.
Essa philarmonica, sob a regencia do eximio maestro Miguel Donatelli e tendo contra-mestre o sr. Paschoal Humberto Garofalo, realisa concertos aos domingos e feriados, em obediencia ao contracto celebrado com a Municipalidade.
Asua séde é no Bar São Manuel.
A Banda Municipal, não obstante o pequeno numero dde musicos, leva a effeito excellentes programmas, em que se evidencia a competencia de seus componentes e a positiva habilidade do regente."
Fonte de pesquisa - As Nossas Riquezas -
João Netto Caldeira - ano 1928 


28/08/2010

PESQUISA - ATITUDE E TOMADA DE DECISÕES:

ATENÇÃO O PRESENTE TRABALHO É DESTINADO
SOMENTE PARA PESQUISA,
NAO PODENDO SER COPIADO E TRASCRITO

FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU UNIFAC
Joana Ap.Gonçalves R.
Luiz Carlos Firmino.
Prof. Eduardo Ayres Delamonica
2008

Dedicamos esse trabalho com muita gratidão
a todos que direta ou indiretamente contribuíram
para que o mesmo pudesse ser feito,
mas com um carinho especial ao orientador da disciplina
de Gestão Empresarial Eduardo Delamonica,
que se dedicou para nos orientar e auxiliar
nos momentos que encontramos dificuldades.

1. INTRODUÇÃO:
Houve um erro absurdo em se criar três novos sabores de sorvete da Dairy Cream, sem antes efetuar uma pesquisa de mercado e consultar os principais revendedores em potencial. Infelizmente a análise e a tomada de decisão nada ajudaram no fechamento do contrato, que seria no momento a salvação para o futuro da empresa.
Por ter definido incorretamente o rumo das ações para o fechamento do contrato, apresentou a alternativa certa no momento errado. Como você verá, a decisão certa reside tanto na seleção adequada do problema como na escolha da alternativa correta.

2. RESUMO:
O planejamento das ações no que diz referência as atitudes e tomada de decisões, serão sempre o termômetro para medição do sucesso ou não das organizações, a maneira de como são identificadas, delimitadas, e principalmente organizadas as ações para identificar o problema será o que indicará o rumo de se fazer à escolha certa quando da tomada de uma decisão correta, sendo a referencia na condução de um time de trabalho para se tomar a ação correta com atitude fará com sejam ou não um colaborador, empresário e, sobretudo uma empresa de sucesso e prosperidade.

3-ATITUDE E TOMADA DE DECISÕES
3.1 QUEM DEVE TOMAR AS DECISÕES?
3.1.1 Quem deve tomar as decisões nas empresas?
Vamos comparar indivíduos e grupos para descobrir quais são preferíveis em seguida, consideraremos o nível hierárquico e veremos quando as decisões devem ser tomadas pela alta administração, gerentes de nível médio, supervisores ou pelos próprios funcionários.

3.1.2 Individuo ou Grupos:
Já escutamos muitas vezes o ditado de que duas cabeças pensam melhor que uma até chegarmos à conclusão em que, hoje, muitas decisões nas organizações são tomadas em grupos. Veremos a seguir:

3.1.3 Tomada de Decisões Individual: A principal vantagem de decisões individual é a rapidez na implementação das decisões. Não são necessárias reuniões, troca de comunicações gastando-se tempo discutindo alternativas. Por isso, quando é necessária uma decisão rápida, a decisão deve ser solitária. As decisões individuais também possuem responsabilização clara. Você sabe quem tomou a decisão e, portanto, quem é o responsável.

3.1.4 Tomada de Decisões em Grupo: As informações e conhecimento sempre são mais completos, agregando recursos de vários indivíduos, gerando uma infinidade de dados variados para o processo de decisão. Com diversidade de opiniões, com a oportunidade para que mais abordagens e alternativas sejam consideradas. Existem evidências de que um grupo quase sempre supera até o melhor dos indivíduos, gerando decisões de melhor qualidade. Membros de grupos que participaram na tomada de uma decisão tendem a apoiar entusiasticamente a decisão e incentivar outro a aceita-lá, pois todos os objetivos para que obtenham sucesso tem que ser comum aos líderes e liderado.

3.1.5 Equilibrando Prós e Contras: Existem ocasiões em que às decisões são mais bem abordadas por indivíduos. Existem dados, por exemplo, sugerido que os indivíduos são preferíveis quando a decisão é realmente sem importância e seu sucesso não depende de comprometimento dos liderados. Do mesmo modo, são indivíduos que devem tomar as decisões quando dispõem de informações suficientes e quando os liderados estão comprometidos com o resultado, mesmo se não forem consultados.
No geral as decisões devem ser tomadas pelos indivíduos ou pelo grupo, isto depende essencialmente de uma ponderação entre eficiência. Em termos de eficácia, o grupo é superior: eles geram mais alternativos, é mais precisos e produz decisões de melhor qualidade do que as propiciadas por indivíduos. Mas os indivíduos são mais eficientes: os grupos consomem mais tempo e recursos para chegar a uma solução.

3.2-O NÍVEL DA TOMADA DE DECISÕES:
Para a tomada de decisões existe uma pirâmide que identifica quadro de níveis organizacionais: três gerências – altas e media administração e supervisão – e mais os funcionários operacionais.
Decisões recorrentes e rotineiras chamada de decisões programadas são mais bem processadas pelos níveis inferiores da administração. Inversamente, as decisões não muito freqüentes ou únicas também conhecidas como decisões não programadas: são mais bem tomadas pela alta administração. Do mesmo modo, a alta administração é mais bem qualificada para tomar decisões estratégicas de longo prazo – como a de determinar qual atividade, direção e objetivos estratégicos globais da organização e onde alocar recursos fundamentais como capital e pessoal. Os gerentes de nível médio são mais bem qualificados para administrar decisões de coordenação com implicações de médio prazo. Os supervisores devem estar voltados a decisões departamentais mais rotineiras. Via de regra, são eles que decidem o que precisa ser feito. Finalmente, os funcionários operários são mais qualificados para tomar decisões operacionais relativas ao trabalho estas são as decisões como – determinar como obter o trabalho realizado.
As diretrizes precisam ser afinadas ser para refletir a delegação da autoridade da tomada de decisões, para os níveis hierárquicos mais baixos. É apenas nas organizações menores que a alta administração pode tomar todas as decisões. Nas outras, haveria decisões demais a serem tomadas e o processo se tomaria incrivelmente lento e penoso, atolando a cúpula. Por isso, as decisões são passadas para os níveis inferiores. Mesmo decisões estratégicas podem chegar até os gerentes de nível médio e inferior em busca de idéias, que podem até participar ativamente, avaliando alternativas e escolhendo um curso final para a ação. Mas a responsabilidade final pelas decisões estratégicas permanece com a alta administração. Do mesmo modo, os supervisores podem dividir sua autoridade de decisão com funcionários operacionais, mas eles permanecem responsáveis pelo resultado. Duas tendências influenciam significativamente quem toma decisões nas organizações. Primeiro, os cargos de gerenciamento médio estão sendo reduzidos em grandes organizações. Historicamente, e médio administração existia para canalizar informações entre a alta administração e os departamentos operacionais. Coletavam, processavam, interpretavam e transmitiam as informações, para cima ou para baixo. Sistemas computadorizados de informações gerenciais, porém permitem agora que os altos executivos passem por cima do gerente de nível médio a se comunicarem diretamente com supervisores, equipes de projetos e pessoas fora da equipe. Por isso, muitas decisões anteriormente tomadas por gerentes de nível médio estão sendo agora tomadas pela alta administração ou empurradas até os níveis mais baixos. A segunda tendência relevante diz respeito a doar os funcionários operacionais de maior autoridade de decisão. Individuo e equipes estão passando progressivamente a receber maior poder de decisão sobre questões relacionadas ao trabalho. Em comparação com a situação de 20 ou 30 anos atrás, muitas decisões que eram da área de competência dos gerentes passaram para o controle dos funcionários. Em decorrência disso, dispor de habilidades para tomar decisões eficazes está tornando-se cada vez mais importante para todos os funcionários – não apenas para os gerentes.

3.3 COMO SÃO REALMENTE TOMADAS AS DECISÕES NAS ORGANIZAÇÕES?
As pessoas que tomam decisões em uma empresa são racionais? Examinam cuidadosamente os problemas, identificam todos os critérios relevantes, utilizam sua criatividade para identificar todas as alternativas viáveis e diligentemente avaliam todas para encontrar a que aperfeiçoará o resultado? Em algumas situações sim. Quando quem toma a decisão se defronta com um problema simples com poucos cursos de ação alternativos, e quando o custo de procurar e avaliar as alternativas são baixos, o modelo racional fornece uma descrição bastante precisa do processo de decisão. Mas tais situações são exceções. A maioria das decisões no mundo real não segue o modelo racional. As pessoas normalmente se contentam em achar uma solução aceitável ou razoável para o seu problema em lugar de encontrar uma solução pró-ativa. Dessa forma, os tomadores de decisões geralmente fazem uso ilimitado de sua criatividade. As escolhas tendem a confirmarem-se as imediações do sintoma do problema e da alternativa corrente. Além disso, embora um número crescente de tomada de decisão conheça e sejam capazes de utilizar a análise quantitativa, eles raramente o fazem. E quando o fazem quase sempre é para apoiar objetivamente decisões que foram tomadas subjetivamente. Como recentemente concluiu um especialista em processos de decisões: “a maioria das decisões importantes são tomadas por meio de julgamento e não por um modelo prescritivo definido”.

3.4 IDENTIFICANDO O PROBLEMA:
Os problemas não surgem com luzes de néon piscando e identificando-os para uma pessoa é um problema, para outra pode ser uma situação existente aceitável. Assim sendo, como os tomadores de decisão identificam e selecionam os problemas?
Problemas visíveis tendem a ter uma probabilidade mais alta de serem selecionados do que os problemas importantes. Porque podemos apresentar pelo menos dois motivos para isso. Primeiro, é mais fácil reconhecer os problemas visíveis, pois ele tende a chamar mais atenção de um tomador de decisão. Esta tendência explica por que é mais provável que os políticos falem sobre o problema da criminalidade do que sobre o analfabetismo. Segundo, é preciso lembrar-se de que estamos mais preocupados com a tomada de decisões nas organizações e os tomadores de decisões querem se mostrar competentes e “acima dos problemas” Este desejo os motiva a concentrarem-se em problemas que sejam visíveis para outros.
Não ignoremos o interesse pessoal do tomador de decisão: se ele enfrenta conflitos entre selecionar um problema que é importante para a organização e outro importante para si mesmo, o interesse pessoal tende a vencer. O interesse pessoal também esta associado à questão da visibilidade. Normalmente, o interesse maior de um tomador de decisão é atacar problemas de grande evidencia transmitindo aos de mais que as coisas estão sobre controle. Alem disso, quando o desempenho do tomador de decisão é posteriormente avaliado, é provável que o avaliador tenha em mais alta conta alguém que tenha atacado agressivamente problemas visíveis do que alguém cujas foram menos obvias.
Finalmente, quando um problema é identificado, ele é também estruturado. E a estruturação tem grande relação com o modo como o problema será tratado. Considere, por exemplo, o seguinte problema: um grande fabricante de automóveis foi recentemente atingido por dificuldade econômica; três fabricas terão de ser fechadas e seis mil funcionários demitidos. O vice-presidente de produção esteve explorando maneiras alternativas de evitar essa crise e desenvolveu dois planos:
Plano A: poupara uma das três fabricas 2 mil postos de trabalho.
Plano B: Existe um terço de probabilidade de poupar as três fabricas e os 6 mil postos de trabalho, mais dois terços de não poupar nenhuma das três fabricas e nenhum dos 6 mil postos de trabalho.
Se você fosse o vice-presidente da empresa, que plano escolheria? Se você é como a maioria das pessoas escolheria A. Mas adiante explicaremos por quê. Mas reconsideramos o problema com mais dois planos alternativos. Qual seria a sua escolha ?
Plano C: resultara nas perdas de duas das três fabricas e quatro mil postos de trabalho.
Plano D: há dois terços de probabilidade de resultar na perda das três fabricas e de todos os 6 mil postos de trabalho; e um terço de probabilidade de não se perder nenhuma das três fabricas e nenhum dos 6 mil postos de trabalho.
A maioria das pessoas escolhe o plano D.
Os dois conjuntos de planos alternativos são exatamente iguais. Os planos A e C resultam na perda de 4 mil postos de trabalho e na manutenção de 2 mil.Os planos B e D apresentam as mesmas probabilidades – uma chance em três de que todas as fabricas e postos de trabalhos serão poupadas e duas chances em três de serão perdidos completamente.
O motivo pelo quais as pessoas normalmente fazem escolhas diferentes entre essas opções, é que elas foram estruturadas diferentemente em termos de lucros e perdas. Um conjunto significativo de lados indica que os tomadores de decisão tendem a ser avessos ao risco quando enfrentam um problema positivamente estruturado e a buscar o risco quando enfrentam um problema negativamente enquadrado. Se você se visse diante da escolha de perder mil reais ou fizer um empreendimento com igual ganho esperado, é provável que você ficasse com o empreendimento (buscasse o risco). Porem, se você tivesse diante da escolha de receber mil reais ou fizer um empreendimento arriscado com uma expectativa de ganho igual, provavelmente aceitaria os mil reais (evitaria o risco). Ao que parece, evitar a dor certa ou possível de perder mil reais é o fator decisivo. Portanto, problemas que são enquadrados enfatizando ganhos positivos encorajam os tomadores de decisão a selecionar opções conservadoras, ao passo que problemas estruturados, que enfatizam perdas potenciais, encorajam opções sujeitas a risco.

3.5 DESENVOLVENDO ALTERNATIVAS:
Uma vez que os tomadores de decisão raramente buscam uma solução ótima, mas, antes, uma solução de acomodação, é de se esperar encontrar um mínimo uso de criatividade na busca de alternativas. E essa expectativa geralmente é correta.
Esforços serão feitos no sentido de manter simples o processo de procura, que tenderá a confirmar-se as imediações da alternativa corrente. Apenas adotar-se-á um comportamento mais complexo de busca, que inclua o desenvolvimento de alternativas criativas, quando uma pesquisa simples não descobrir uma alternativa satisfatória. Ou quando, nos termos da teoria da imagem, existir uma alternativa satisfatória e freqüente que passe pelo teste de compatibilidade. Dessa forma, essa alternativa é escolhida, e o tomador de decisão raramente precisa recorrer ao teste rentabilidade.
Em lugar de formular definições e alternativas novas e únicas para o problema, com jornadas freqüentes em território pouco conhecido, a maioria dos tomadores de decisão, conforme sugerem algumas pesquisas, pratica a decisão de caráter mais incremental do que abrangente. Isso significa que eles evitam a difícil tarefa de considerar todos os fatores importantes, pesar seus méritos e desvantagens relativas e calcular o valor esperado de cada alternativa. Em vez disso, fazem sucessivas comparações limitadas. Essa abordagem isolada simplifica as opções de decisão comparando apenas as alternativas que, de fato, diferem em grau relativamente da opção corrente efetuada, tornando desnecessário o exame exaustivo das alternativas e suas conseqüências. O tomador de decisão precisa investigar apenas os aspectos nos qual a alternativa proposta e suas conseqüências diferem da situação existente.
Essa abordagem implica um tomador de decisão que dá pequenos passos rumo ao seu objetivo. Ela reconhece que a seleção de opções tem um caráter não abrangente, ou seja, os tomadores de decisão fazem comparações sucessivas porque as decisões nunca são fixas e tomadas para sempre, mas são tomadas e constantemente retomadas em pequenas comparações dentre escolhas limitadas.

3.6 IMPLEMENTANDO SOLUÇÕES:
As “boas decisões” muitas vezes falham devido á implementação deficiente. Por isso, além de entender como são tomadas, precisamos saber algo acerca de como são implementadas. Curiosamente, o modelo de decisão racional fala pouco sobre essa questão. Em sua essência, supõe que as pessoas que precisam levar adiante uma decisão a endossarão e a apoiarão entusiasticamente. É claro que se trata de uma suposição idealista.
Na pratica, três conjuntos de variáveis determinações, em grande parte, o sucesso da implementação de uma solução–liderança, comunicação e político. Os lideres fazem opções sobre como as decisões serão tomadas. A popularidade da utilização da decisão participativa, concessão de poder e equipes auto suficientes reflete a convicção de que as pessoas tendem muito a apoiar decisões das quais participaram ativamente.
As pessoas precisam entender os motivos subjacentes ás decisões que as afetarão. Mudanças de vulto podem ser particularmente perturbadas para os funcionários. A mudança gera incerteza e ambigüidade. Abrir canais de comunicação e explicar porque uma decisão foi tomada e como afetará as pessoas representará muito na redução da resistência e no crescimento do apoio.
O fracasso em obter apoio político para uma decisão muitas vezes a leva o colapso. Pessoas com poder pode usá-lo para apoiar ou minar uma decisão. Por isso, a implementação bem sucedida requer o apoio dos indivíduos e grupos dotados de poder para contrariar a decisão, caso não concordem com ela. Umas das técnicas amam eficazes que as pessoas poderosas utilizam para obstruir uma decisão de que não gostam é não fazer nada. É o que acontece no congresso, quando um projeto de lei “morre no comitê”. Muitas decisões organizacionais morem devido à falta de apoio político daqueles que precisam ser programadas.

3.7 ESTEJA ATENTO A CONCEITOS PRECONCEBIDOS:
Nas decisões que tomamos, todos nos utilizamos conceitos preconcebidos, mas, infelizmente, poucos reconhecem esse fato. Não diferenciamos situações nas quais estas idéias formadas antecipadamente sem maior ponderação, provocam problemas mínimos daquelas nas quais podem ter um impacto catastrófico. Se você entender os processos que influenciam seu julgamento, poderá começar a mudar seu modo de tomar decisões, a fim de reduzi-los.

3.8 COMBINE A ANALISE RACIONAL SIMPLIFICADA COM INTUIÇÃO:
A análise racional e a intuição não são abordagens conflitantes na tomada de decisões. Utilizando ambas, você pode melhorar a eficácia de sua decisão. À medida que ganha experiências gerenciais, você se sentira cada vez mais confiante na utilização de seus processos intuitivos juntamente com a análise racional.

Conclusão:
Hoje, muitas decisões nas organizações são tomadas em grupos. As informações e conhecimentos sempre são mais completos. No geral as decisões devem ser tomadas pelos indivíduos ou pelo grupo, isto depende essencialmente de uma ponderação entre eficiência. Em termos de eficácia, o grupo é superior: eles geram mais alternativas, é mais precisos e produz decisões de melhor qualidade. Nas empresas hoje as pessoas normalmente se contentam em achar uma solução aceitável ou razoável para o seu problema em lugar de encontrar uma solução pró-ativa. Recentemente concluiu um especialista em processos de decisões: “a maioria das decisões importantes são tomadas por meio de julgamento e não por um modelo prescritivo definido”. Normalmente, o interesse maior de um tomador de decisão é atacar problemas de grande evidencia transmitindo aos demais que as coisas estão sobre controle. Uma vez que os tomadores de decisão raramente buscam uma solução ótima, mas, antes, uma solução de acomodação, é de se esperar encontrar um mínimo uso de criatividade na busca de alternativas. Essa expectativa geralmente é correta.

21/08/2010

EMPREGABILIDADE - APRENDER A ACEITAR AS DECEPÇÕES:

Em muito a vida nos ensina a vencer barreiras, principalmente aquelas que por vezes nos parecem intransponíveis, no entanto a satisfação de cumprimento de certas metas às vezes são frustradas pela falha, pelo não acerto final. Assim, cabe-nos salientar que aprender a lidar com situações de desconforto por não atingir a meta desejada é uma questão de equilíbrio e de reavaliação no planejamento.
Deve-se observar em primeiro lugar onde foi que ocorreu o erro, por conseqüência ser reavaliada a estratégia e o planejamento para se tentar novamente transpor o objetivo desejado. Mas ao que muito observo, sobretudo em profissionais gabaritados que ocupam cargos importantes ou mesmo aqueles que ocupam cargos de comando, ou ainda os empregados que trabalham e sustentam suas famílias que muitos não estão preparados a lidar com frustrações, com perdas e decepções. O desespero é eminente.
Sempre que o individuo de deparar com situação de perda que possa lhe colocar em alguma desvantagem de motivação devera adquirir o equilíbrio suficiente. Tal segue algumas regras:
1ª- REAVALIAÇAO - é o momento de sentar com sua equipe e descobrir qual parte do processo falhou, é também um momento de busca do equilíbrio emocional e da motivação de todos, este é o melhor caminho para encontrar o porque que certa meta não transcorreu da forma prevista.
2ª PLANEJAMENTO - momento pelo qual será traçada nova estratégia observando o erro e também visionando o acerto.
É preciso observar também se as pessoas que participam do processo de reavaliação/planejamento tem a capacidade técnica para o desempenho da função, pois 99% da falhas do sistema de metas são causadas por falhas humanas, na verdade tudo que se faz seja no comercio, na indústria, no prestador de serviço etc. profissionalmente falando é elaborada através de um planejamento para atingir metas ou objetivos.
O profissional equilibrado que embora passe por decepções, sempre estará atento à reestruturação do próprio desafio. A reestruturação é importante, pois eleva o homem a superação do próprio limite e o limite existe para ser superado, supere-o também.
Administrador Eduardo Ayres Delamonica
CRA 107168

MEMORIA - BONDE DECADA DE 40


MEMORIA - ANTIGO GRANDE BAZAR BOTUCATUENSE


MUNICÍPIO BOTUCATU
ÉPOCA 1906

MEMORIA - RUA JOAO PASSOS E AV. FLORIANO PEIXOTO - BOTUCATU

MUNICÍPIO - BOTUCATU
Atual Rua João Passos X Avenida Floriano Peixoto

PESQUISA - PLANO DE NEGOCIOS

ATENÇÃO O PRESENTE TRABALHO É DESTINADO
SOMENTE PARA PESQUISA,
NAO PODENDO SER COPIADO E TRASCRITO


FACULDADES INTEGRADAS DE BOTUCATU - UNIFAC
CIÊNCIAS CONTÁBEIS
ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS
ANDRÉIA APARECIDA BORGES

Trabalho apresentado Na disciplina de administração de Materiais,
como parte das exigências do Professor Eduardo Ayres Delamonica.
BOTUCATU
SÃO PAULO– BRASIL
2010

INTRODUÇÃO:
Plano de negócio é um documento com o objetivo de estruturar as principais idéias e opções que o empreendedor analisará para decidir quanto à viabilidade da empresa a ser criada.
Um projeto ou empreendimento pessoal ou corporativo pode ser estruturado e administrado de diversas maneiras, mas se você pretende buscar capital ou recursos com investidores, bancos incubadores ou outros órgãos de fomento, ou se pretende convencer outros parceiros a investir na sua idéia, colocar na ponta do lápis o seu plano de negócios passa a ser fundamental.
Existem muitos conceitos de planos de negócios, cada um em seu próprio contexto. No âmbito deste trabalho, vamos considerar que o Plano de Negócios é um documento que agrega e sistematiza informação prática e atualizada para a concretização de um projeto e para a previsão e solução de seus problemas.

COMO FAZER UM PLANO DE NEGOCIO:
Lembrando que se trata de um documento vivo, e não de um árido demonstrativo contábil ou legal. E que uma de suas principais finalidades é convencer (a equipe, os investidores, o banco, os fornecedores, ou até mesmo os clientes potenciais) de que o seu negócio é viável e pode ser vantajoso a eles.
Portanto, ao criar o seu plano de negócios, coloque o foco nestes importantes leitores, e lembre-se de incluir, de forma simples e fácil de encontrar, as respostas às principais dúvidas deles. Se você não sabe quais são, eis algumas sugestões:

• Sobre o negócio em si: o que é o negócio (em uma frase!), quais produtos e serviços serão oferecidos, quais as razões que levam a crer que será atingido o sucesso, quais são as oportunidades (já existentes ou que serão criadas) que você percebe e pretende explorar.

• Sobre a administração: quem administrará o seu negócio? que experiência e formação essas pessoas têm? que qualificações busca para a equipe? quantos empregados precisará, quais suas atividades e remuneração? onde eles trabalharão? qual será a estrutura organizacional? qual a missão e a visão?

• Sobre o mercado: quantos ou quem são os clientes potenciais, onde eles estão, alguns exemplos específicos, como você os atrairá, por que eles escolherão você e não o concorrente, quem serão seus parceiros e fornecedores, quem são os concorrentes, quais os fatores do sucesso atual destes concorrentes, qual o seu diferencial competitivo, qual o seu nicho, qual a sua delimitação geográfica, como você vai promover e divulgar seu negócio, como vai distribuir seu produto.

• Sobre economia e finanças: fontes do capital, projeção de faturamento, investimentos e despesas para os dois primeiros anos (trimestral), projeção de fluxo de caixa mensal para o primeiro ano, volume de negócios necessário para alcançar o ponto de equilíbrio ou o resultado operacional positivo e em quanto tempo você espera alcançá-lo, quais as condições para começar a vender e faturar, e quando você espera alcançá-las, valor do capital imobilizado em instalações e equipamentos, lista de fontes financeiras potenciais, garantia de empréstimo.

• Mapas: estado atual, cronograma previsto, dificuldades esperadas, suas soluções e condições.
A dificuldade principal é conseqüência da natureza dos planos de negócio: eles tratam de idéias ainda não realizadas, e assim não podem (de modo geral) se basear em históricos ou em estatísticas próprias para realizar sua previsão. O grande desafio é conseguir obter dados de organizações semelhantes, ou extrapolar a partir de outros dados, de maneira consistente, objetiva e, principalmente, convincente. Assim, fazer um plano de negócios bem feito irá obrigar o empreendedor e seus sócios a organizar as idéias sobre a viabilidade de seu negócio, levando-os ao processo de discussão e reflexão da preparação de um documento com o qual todos concordem, trazendo todas as informações essenciais para o sucesso da idéia. Portanto, ele acaba substituindo por números e argumentos as opiniões iniciais, motivadas principalmente pela própria convicção dos empreendedores.
As organizações que seguirem esses passos provavelmente estarão obtendo vantagem competitiva na comercialização de seus produtos, caracterizam-se por sempre terem produtos de tecnologia inovadora, que representam o estado da arte no segmento em que atuam. Cada uma deve desenvolver a que seja mais adequada ao momento que ela esta vivendo, levando em conta o meio ambiente (clientes, situação econômica e política), A concorrência, a disponibilidade de recursos e de tecnologia de informação, o domínio da tecnologia pelos colaboradores da empresa, a rede de suprimentos, a rede interna de transformação e a rede de distribuição, sabendo aproveitar os modelos de excelência de seu ramo.
Um dos recursos-chave para qualquer empresa são seus recursos humanos, que cada vez mais necessitam de um grau de instrução elevado, não apenas no sentido técnico, mas com espírito de equipe, vontade de trabalhar em grupo e com um comportamento que permita a autogestão.
As empresas também devem sentir a necessidade de, na era do conhecimento, desenvolver, usar e transmitir conceitos, isto é ter uma cultura não apenas empírica, pois resolver problemas estratégicos e táticos em cada área será imprescindível para obter êxito no operacional. O desenvolvimento e a utilização de mensurações objetivas de produtividade que permitam ações rápidas quando a mudança se faz necessidade são cada vez mais importantes. Eles devem ser baseados no sistema empresa e não em setores isolados, pois a otimização de partes de um sistema pode não significar um todo ótimo.
Vivemos na era da informação. A cada dia a informação se torna o mais precioso ativo das empresas. O desafio da empresa moderna é compartilhar esse saber e, com isso, ganhar vantagem competitiva em relação a concorrência.
O risco é inerente ao mundo dos negócios. Uma série de dificuldades surge inevitavelmente na trajetória de qualquer empresa. Estar preparado para enfrentar os problemas já é uma grande coisa. Assim, é preciso expor todos os riscos no plano de negócios. Tente dimensionar onde o empreendimento poderá falhar, trabalhe com vários cenários macroeconômicos e analise todos os pontos fortes e fracos antes de qualquer decisão. Esse é um importante sinal de que o empreendedor conhece o terreno em que está pisando.
A construção de grandes e medias empresas, requer uma tecnologia de compras toda especial. O numero de itens e sua complexidade irá exigir um esforço concentrado de um grande numero de pessoas, com as mais variadas especialidades, durante vários anos. Necessário se faz dotar esta equipe de uma organização, como também dos recursos de planejamento e controle, adequados aos objetivos de prazos, especificações técnicas e custos previstos.

CONCLUSÃO:
Um processo de negocio é qualquer conjunto de atividades relacionadas ao objetivo único da empresa – entregar um produto ou um serviço ao cliente. Os processos de negócios são tipicamente avaliados do ponto de vista do cliente. Gerir os processos de negocio eficientemente é critico para o sucesso da organização. No entanto, gerir os processos é mais complicado do que poderia parecer à primeira vista – fundamentalmente porque não estão isolados e porque interagem entre si. Os padrões atuais adotam sempre uma visão por processos.
Após o planejado, é hora de executar, controle e execução fazem parte das principais atividades de um administrador e demandam mais tempo e conhecimento.

17/08/2010

EDITORIALBLOG - O ACOMODO DA IGNORÂNCIA

O horário político começou e com ele toda minha indignação, nunca se viu tanta gente ruim reunida, um show de horrores, artistas falidos, jogadores de futebol, candidatos que estão envolvidos em corrupção, e mais muito mais, pessoas que não reunem  o mínimo de condições de representarem nosso país, é o fundo do poço que vejo, todos querem uma boca.
Foi-se o tempo que a política era levada a serio, hoje é um negocio, um espetáculo pirotécnico onde as mesmas promessas voltam à tona, educação de qualidade, saúde de primeiro mundo, aumento de salários de policiais e servidores, nunca se falou tanta balela ao mesmo tempo.
Ai, entendo que nos povo somos tratados como idiotas, perfeitos fantoches, marionetes nas mãos daqueles que as manipulam sem pudor.
País de medíocres que aparecem no tempo de eleição para promover a elevação do escárnio eleitoral frente ao acomodo da ignorância que a sociedade vive.
No entanto devo entender que este é o espelho do povo que somos, sem cultura, educação, sem preparo e aqueles que realmente pensam sofrem nas mãos da grande maioria que não escolhe, vende voto, zumbis inquestionáveis da miséria que vivemos, e ainda reclamam que pagam muitos impostos, que não tem leito nos hospitais, que não tem educação de qualidade e a segurança esta a mercê do crime organizado, onde em nosso país a única coisa organizada é o crime.
Deve ser por isso que a população não protesta frente a grande onda de corrupção que vivemos, ninguém fala nada, nunca foi tão fácil ser corrupto em nosso Brasil, a impunidade é garantida.
É certo que na garimpada algum candidato se salve, seja realmente comprometido, no entanto nada pode fazer, a maquina corrompe.
Assim a melhor forma de protestar é não votar vez que na verdade ele não vale nada, a não ser a promoção de novos milionários Brasilianos.
No final o que sobra é o que nos resta, infelizmente.
comente esta coluna sua opinião é muito importante para nós.

15/08/2010

HISTORIA - VISÃO DE UM ATAQUE

Relato feito pelo Tenente da Real Força Aérea Britânica, Héctor Hawton, em 08 de agosto de 1942, quando as forças aliadas atacavam o coração da Alemanha na segunda guerra mundial. Os líderes aliados consideravam que um bombardeio intenso seria propicio para as pretensões de futuramente invadirem o continente.

“Os pilotos que tomaram parte nestes ataques gigantescos nunca deixaram de impressionar-se com a violência deles. Ao chegar sobre a área determinada, inicia-se o lançamento dos cartuchos de iluminação; se a visibilidade é muito boa, a cidade condenada à destruição parece uma miniatura de brinquedo. É claro que as bombas antiaéreas estouram e numerosos refletores esquadrinham os céus na esperança de iluminar um atacante. O resplendor dos fogos e dos refletores é de fazer cegar. Tudo parece fantástico, irreal; os dedos de luz que buscam entre as trevas, e os fogos artificiais, constituem um espetáculo macabro, tanto em terra como nas alturas. Há uma pausa angustiante à medida que a grande força de ataque dá voltas sobre a cidade. Na terra, o bramido de centenas de bombardeiros quadrimotores e o estrondo das baterias antiaéreas são ensurdecedores.
De repente, há um ruído que supera todos os demais. O próprio céu parece sacudido por súbita e catastrófica explosão, cada vez que os pilotos, impacientes, se lançam com seus aparelhos, como uma manada de lobos sobre a presa. Um dilúvio de bombas incendiárias e altos explosivos se precipita para baixo. Um anel de incêndios se ergue dos pontos visados. As explosões visivelmente, parecem fazer a cidade voar pelos ares.
Dez, vinte, talvez cinqüenta toneladas de bombas por minuto, caem, silvando, dentro daquele inferno criado pelos homens.”.

Deixe seu comentario ele é muito importante