25/06/2019

POSSE DA PROFESSORA SÍLVIA APARECIDA PEREIRA - ACADEMIA BOTUCATUENSE DE LETRAS (ABL)



No dia 14 de junho de 2019, tomou posse na Academia Botucatuense de Letras a professora Silvia Aparecida Pereira, ocupando a cadeira 31 do Patrono Cornélio Pires. Dona de um currículo fantástico a nova intelectual tem sua vida voltada para a educação.

Mulher dotada de uma inteligência fabulosa, soma-se a gama de intelectuais de Botucatu, tornando-se não mais uma, e sim protagonista de uma trajetória de vida que se junta a todas que ali estão.
Falar da Professora Silvia é o mesmo que entender o poder de uma mulher que ao longo do caminho o trilhou sobre o manto de muita determinação e luta. É o espelho de uma alma bem-sucedida que transformou vidas nas pessoas dos alunos. Ė uma construtora de sonhos que se traduzem em transformações.

Assim a professora, uma sonhadora, sabe traduzir a realidade da vitória e da conquista, algo que poucas pessoas entendem. E por ser vencedora, merece o pódio que ocupa como a nova estrela na constelação de acadêmicos.

Faz parte agora do chão de estrelas que norteia o caminho a ser trilhado por outros. Nova inspiração de exemplo esplêndido não de mulher mas de gente de primeira grandeza.

A nova acadêmica e companheira deixo uma singela homenagem e devo sempre agradecer a Deus por dar a oportunidade de vivenciar e participar de momentos em que gente grande é realmente grande pela grandeza do caráter, da intelectualidade e sobretudo pela enormidade de ser simplesmente Silvia Aparecida Pereira, mulher, mãe, avó, professora e realizadora de sonhos.
















               CURRÍCULO


Nome: Sílvia Aparecida Pereira
PROFESSORA LÍNGUA PORTUGUESA

R.Dr. Júlio Prestes, 618 - Bairro Alto.
Botucatu - SP CEP- 18601-050
Brasileira – Divorciada - Data nasc.- 27/02/62
e-mail: profsilvia626@hotmail.com
FONES:     Celular - 014 9624 2209
   



EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL:
24 anos em escolas públicas – 3 anos Ensino Superior - 6 anos escola profissionalizante (SENAI)
                 SENAI - Serviço Nacional de aprendizagem industrial – Botucatu/Bauru – Início 10/96 – até os dias atuais- Profª Técnica de Redação e Comunicação oral e escrita.
                 EDUVALE – Faculdade de Avaré - por 3 anos (2004 a 2006) – Professora de Comunicação, Redação Oficial, Português e História da Comunicação nos cursos de Turismo, Direito, Propaganda e Publicidade e Administração.
                 E.E.Prof. Pedro Torres- Botucatu - Professora efetiva de Português de 2000 até os dias atuais.
                 Diretora de escola pública por quatro anos;

                 Poeta, escritora em coletânea cinco livros pela APEB (Associação de poetas e Escritores de Botucatu) de 2013 a 2016.
                 Coletânea pela Editora Recanto das Letras, (2019);
                 Em andamento o livro autoral “Leveza da alma- uma captura do ser através das palavras, pela Editora Recanto das Letras;
                 Membro efetivo da cadeira 31, patrono Cornélio Pires, da Academia Botucatuense de Letras;
                 Palavra é arte – coletânea de poesias (2017);
                 Livro “Conversas com o travesseiro”, Editora Recanto das letras;
                 Livro "Leveza da alma",  Editora Recanto das Letras;
                 Revisora de livros do autor Ieso Nascimento ( “Corno e outros bixos – o lado cômico da infidelidade” e “Guardião dos gentios”;
                 Escolas Estaduais públicas desde 1995
                 SESI – Serviço Social da Indústria – Professora de Português por 6 meses
                 Escola de Inglês – Botucatu



FORMAÇÃO E CURSOS:

                 LETRAS – Habilitação em Português e Língua inglesa - UNIFAC de Botucatu – 1995 a 1997
                 Pedagogia na UNESP UNIVESP- Bauru- Início 2010, devendo terminar em 2013.
                 Prática em Word, Excel e internet.
                 Inglês básico
                 Cursos de formação continuada – S.E.E.S.P.
                 Cursos de PEARE- SENAI- Planos de curso e formação pedagógica.
                 Diversos cursos de preparação de gestores de escola pela Diretoria de Ensino de Botucatu.
                 Psicologia (em andamento pela Faculdade GALILEU de Ensino).











27/12/2018

Um Estudo Sobre As Mazelas e as Causas da crise na segurança pública brasileira:



O problema da segurança pública é institucional. Não há outra explicação para o crescimento exponencial do tráfico, dos homicídios, dos roubos e da impunidade.

Mas o que o torna institucional e quando começou?

Acredito que teve início logo com a saída dos militantes, junto com a redemocratização e o seu sonho de que um mundo cor de rosa estava por vim. Tiraram a autoridade da polícia manchando sua imagem com falácias e reduzindo seus contingentes aos poucos como uma maneira de "vingança" pelo período militar que nos salvara da, nas palavras de Eduardo Jorge do PV que fora revolucionário àqueles tempos, ditadura do proletariado.

E se tornou institucional de fato quando a consequência dessa vingança começou a aparecer.
Com o sucateamento das polícias, as resoluções de crimes se tornaram cada vez mais difíceis e raras, produzindo um sentimento de impunidade nos delinquentes, e uma síndrome, que eu particularmente gosto de chamar, da ovelha em nós.


Reconheço que estaria sendo injusto em colocar a culpa só na redemocratização, porque a história do Brasil como um todo já é turbulenta e um governante eleito jamais conseguiu governar em paz.

A história do Brasil é: Foco na política, fogo no povo.

Voltando ao assunto da Segurança Pública, com ênfase maior na criminalidade como vocês já perceberam, e que também é o assunto mais urgente para nós, relés cidadãos comuns.

Separo a causa da crise da segurança pública no Brasil em três fatores, mas falarei apenas de dois.

O primeiro é o fator político, do qual não falarei; embora de certo modo, discorri na introdução, mas de forma muito tênue, uma vez que os trâmites políticos brasileiros fariam as teorias de Einstein parecerem contos para fazer bebê dormir.

O segundo é o Criminoso Comum, que sem ligação nenhuma com as organizações criminosas, praticam seus delitos com o maior sentimento de impunidade e ver na crise uma oportunidade de ganhar um dinheiro fácil com roubos e furtos, estes (criminosos comuns. Não se percam) são também os que cometem latrocínios e homicídios passionais (muito importante este ponto nesta segunda classificação)

E o terceiro e o mais grave, é o crime organizado.
Não sei como começou de fato, porque esse problema não é exclusivo do Brasil, muito menos desta época.

O que sabemos é que a complexidade, organização e situação financeira dessas organizações favorecem muito com o aumento da criminalidade quando nos traz uma visão de que o crime organizado é incombatível.
Eles financiam e fomentam o tráfico de drogas nas favelas, comandam de dentro de presídios de alta segurança grandes assaltos, ajudam em campanhas eleitorais que os favoreçam, importam e exportam ilícitos de forma complexa e organizada, envolvendo agentes públicos em muitos casos, tornando difícil realmente o combate porque o agente que deveria estar a serviço da sociedade, está a serviço da organização criminosa antes disso.

De novo, assim como a educação, não tenho as repostas para acabar, ou ao menos, amenizar essa situação.

Como uma justificativa e de certa forma, um pedido de desculpas, eu falo para vocês que me classifico como um estudante de medicina que consegue ver a doença, mas não sabe como tratar o paciente porque ainda não acabei a faculdade.

Cleiton Sanches Santos.


23/11/2018

Um Estudo Sobre as Mazelas e as Causas da Pobreza Educacional nas Escolas Públicas Brasileiras.


Embora se tinha certa restrição à entrada nas escolas antigamente, seja por causa do tempo que muitas crianças eram obrigadas a trabalhar para pôr comida dentro de casa e ainda, cuidar dos seus irmãos menores enquanto suas mães trabalhavam em casas de famílias ou estavam em lavouras providenciando o jantar incerto, ou ainda distância, já que muitos moravam em áreas rurais, sem tirar a condicionante de que a êxodo rural no Brasil não foi abrupto. A degeneração é atual.

Muitos "especialistas" procuravam soluções em programas educacionais teóricos sem levar em consideração que o objeto de estudo é o aluno. Um ser humano, dotado de consciência e escolhas autônomas, capaz de agir de diversas possibilidades em diversas ocasiões, tornando impossível uma padronização (que só seria possível por algo imaterial, como a moralidade).

Então, o que explica a superioridade das escolas de décadas anteriores, sendo que tinham menos recursos e muitas outras limitações?

Como aluno, tenho propriedade para falar de alguns pontos que presenciei (ainda que em colégio militar):

1) Moralidade:

Os ideias de moralidade totalmente distorcidos pelos professores formados em universidades marxistas depois da brecha de Golbery foram encravadas nas cabeças estudantes, que posteriormente viraram professores e perpetuam esse ciclo de genocídio moral e intelectual.

2) Interesse em aprender:

Hoje um aluno quando vai à escola, conta os segundos para que dê o horário e saia correndo em busca de seus celulares para ver as publicações de “Quebrando o Tabu, Mídia Ninja e Catraca Livre.” Etc.
E quando lá estão, esperaram ansiosamente pelo o professor de filosofia que não quer falar de Platão ou Sócrates, mas sim de Paulo Freire e Gramsci.
Os alunos não querem mais aprender matemática, química, história ou física. "Isso é muito difícil" em suas palavras, "coisa do passado" e o mais recente "coisa de burguês".
Querem mesmo saber sobre homossexualismo, revolução do proletariado e como "lacrar" nos redutos de colegas que ainda resistem com seus cérebro intactos por causa dos bons costumes dos pais.

3) Má Gestão dos Recursos Para a Educação:

Definitivamente a escola pública atual recebe muito mais recursos do que a de décadas anteriores, e mesmo assim, falha ao ensinar os alunos por motivos que discorre brevemente.
A corrupção é um fator preponderante não só na deterioração da educação, como também em outras áreas essenciais à sociedade.

Quanto mais se desce na descentralização política, mais dinheiro vai sumindo, mão por mão vai tirando sua lasquinha do pedaço de dinheiro que vai ficando escasso, sobrando apenas trocados para comprar bolacha cream cracker com suco ralo de goiaba como merenda para nossas crianças.


E a solução?

Sou honesto em dizer que eu não tenho, e nem teria como poder ter.
Não vivi o suficiente para estudar os problemas da educação brasileira que é tão complexo, tenho apenas 19 anos. Talvez volte a escrever sobre como solucionar isso algum dia. Mais velho.

Mas estando em escola pública, vendo de perto o que os "especialistas" não conseguem ver, escrevo isso como crítica a falta de moralidade dos estudantes, do desinteresse em aprender e a noção de futuro que nos foi tirada.

Cleiton Sanchez Santos

11/10/2018

PALESTRA SOBRE SÃO MANUEL

 Na data de 5 de outubro de 2018 a Usina Açucareira São Manuel promoveu um circuito de palestras para os alunos de diversas escolas no município. Contratado pela Usina o palestrante e pesquisador Eduardo Ayres Delamonica que apresentou a importância da história de São Manuel, de sua estação e também do trabalho de revitalização promovida pela empresa.

A Usina Açucareira São Manuel vem desde 2013 vem reunindo esforços para que o referido espaço seja devolvido para à população de São Manuel.

Assim devemos agradecer e dizer da felicidade de um espaço tão importante para todos os cidadãos de São Manuel retornar revigorado, tornando-se em um espaço cultural importante.

Usina Açucareira São Manuel, empresa consolidada, mostra a outra face onde através de sua responsabilidade social, proporciona ao município um bem-estar de suma importância.